segunda-feira, 23 de março de 2026

A Igreja dos Pobres e a "Igreja dos Panos".

 

A IGREJA HUMILDE, MAS GRANDE E JUBILOSA

 

            A Igreja, em todos os tempos de sua existência, foi e é tentada a ser forte, numerosa, aparecer poderosa diante do mundo; e quem sabe, até em impor suas leis aos que não são de seu grêmio. Mas será este mesmo o desejo de Jesus, seu fundador? O Espírito que conduz a Igreja inspira estas buscas? É sobre isso que pretendemos refletir, a partir da situação atual, em que a Igreja está em um mundo tão diversificado e também tão confuso.

Igreja dos Panos

            Penso não ser desrespeitoso para com ninguém, ao usar esta expressão, “Igreja dos Panos”. Porém, sem julgar as intenções latentes em quem busca estas coisas, justo se faz refletir. Se em todos os tempos existiu a busca de aparecer, não tanto mostrar o Cristo, mas aquele que deve apontar para Ele; parece que ultimamente surgiu uma onda muito forte, principalmente no clero jovem, de se “enfeitar” e aparecer como o tal. Chamar muito a atenção sobre si ao invés do Cristo.

            Basta visitar certas celebrações, mesmo em capelas do interior, para presenciar verdadeiros “desfiles” de ministros com paramentos, túnicas, alvas, casulas; utensílios para o altar etc. que não condizem com uma “Igreja pobre”, de tantos irmãos e irmãs de nosso imenso Brasil. Frequentemente certos ritos parecem mais espetáculos do que sinais do mistério que devem expressar. Por que tudo isso?

            Será isto um meio para se testemunhar o Evangelho e a pessoa de Jesus Cristo, aquele que não teve medo e vergonha de ser despojado de tudo por amor a humanidade pecadora? Confesso que não sei! Às vezes sou tentado a me questionar: será que, quando se tira toda esta parafernália, o mistério ainda permanece. Cristo e sua mensagem estarão ainda aí?

            É certo que se deve ter bom gosto nas coisas sagradas, porém isto, segundo eu penso, não deve obscurecer o verdadeiro sentido do sagrado. Vem-me muito forte em mente um canto que, em anos passados, fruto da “opção preferencial pelos pobres”, cantávamos, e que foi retomado pela CNBB – Regional Sul 2 na via-sacra de 2026, que assim diz: “Seu nome é Jesus Cristo e está sem casa, e dorme pelas beiras das calçadas. E a gente quando vê, aperta o passo e diz que ele dormiu embriagado. Entre nós está e não o conhecemos. Entre nós está e nós o desprezamos”. Penso eu que todo este aparato pode anestesiar a mente e o coração diante de tantas situações concretas onde o Cristo se faz presente no pobre e no desprezado, que não tem nem sequer condições de participar de certas celebrações em nossas igrejas. Se fosse criaria até um mal-estar nos demais, nos “empanados”.

A vitória de Cristo e da Igreja

            Cristo venceu o mundo, sim; porém sabemos como: amando até o fim. Isto lhe exigiu doação total. Não pode ficar com nada, nem mesmo com sua vida. Só assim chegou à Ressurreição. Também a Igreja, seus ministros e seu povo, é chamada a ser vencedora, triunfante, contudo, isto significa seguir os passos de seu Mestre Jesus, na doação total, até a cruz, para então chegar à vitória triunfante.

            O Papa Francisco insistia muito sobre este aspecto da Igreja: ser pobre como Cristo foi pobre. Porém o Papa Bento XVI, que era de uma cultura bem diferente que Francisco, disse o seguinte: “A Igreja de Cristo é sempre humilde e precisamente por isso é grande e jubilosa” (Bento XVI dando respostas a sacerdotes, Perguntas e Respostas, p. 146). E, falando de sua experiência particular, sabendo que era um amante da teologia, a uma certa altura ele afirma o seguinte: “A Teologia é bela, mas a simplicidade das palavras e da vida cristã é indispensável. E assim eu me perguntava (quando era jovem): Serei capaz de viver tudo isso e de não ser unilateral, apenas um teólogo, etc.?” (Bento XVI falando aos jovens de Roma, Perguntas e Respostas, p. 50).

            Se substituirmos “teólogo” por “ministro do sagrado”, penso que poderemos nos interrogar da mesma forma, “apenas um ministro sagrado”.

Conclusão

            Há tanta coisa bela e boa em nossas celebrações litúrgicas, em nossas comunidades, que talvez não chamam muito a nossa atenção. Porém, quem tem olhos para ver, ouvidos para ouvir e principalmente sentidos para tocar, este verá e sentirá que a Igreja também hoje, mesmo que não se mostre tão rica e cheia de “panos” do mais fino tecido, na sua humildade e simplicidade segue o Cristo no caminho do Calvário, esperando o Reino da Vitória que há de vir do alto.

            Quando o Cristo-Juíz vier, certamente não irá perguntar quais as pompas que você tem, mas quais os irmãos necessitados que acolhestes com amor e carinho? A que Igreja pertencestes: à Igreja do Povo santo e pecador, pobres de todos os tipos; ou à Igreja do luxo, da riqueza, da aparência e dos “panos”?

            Entre nós está e não o conhecemos...! “Todas as vezes que fizestes isso a um destes mínimos que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (Mt 25, 40).

Pe. Mário Fernando Glaab.

quarta-feira, 4 de março de 2026

O sim de Maria e o nosso sim.

 

O Sim que mudou a História.

            Os católicos sabem muito bem que o único Salvador é Jesus Cristo, o Filho de Deus Encarnado. Porém, a partir do que encontram nas Escrituras, sabem também que Deus contou e conta com a colaboração do ser humano na economia da salvação. Já no Antigo Testamento Ele escolheu pessoas e até um povo para que, colaborando com o seu projeto se tornassem o seu povo. E, no Novo Testamento, vemos isto ainda mais claro: Deus confia missões a quem lhe dá resposta positiva.

O Sim de Maria

            Ao falar da desobediência dos nossos primeiros pais o Gênesis diz que eles fugiram de Deus e se esconderam (cf. Gen 3,8-9). É a situação do ser humano que se fecha em si mesmo: não confia em Deus, mas somente em suas próprias forças. O egoísmo levado ao extremo.

            No Evangelho encontramos a história invertida: Deus vem ao encontro de uma jovem através de seu mensageiro, o anjo Gabriel. Esta jovem, ao invés de fugir de Deus, coloca-se totalmente ao seu dispor, diz: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). É o sim de Maria. E no prólogo do Evangelho de João encontramos a resposta de Deus diante da confiança desta jovem. Resposta para toda a humanidade onde Deus mesmo se faz história na história: “E a Palavra se fez carne e veio morar entre nós, e nós contemplamos a sua glória, glória como do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1,14).

            A iniciativa é de Deus, sem dúvida, no entanto, em Maria Deus encontrou o ser humano acolhedor, o ser humano que não foge diante de seu projeto de amor salvífico. Podemos dizer que neste sim de Maria de Nazaré toda a humanidade tem a possibilidade de acolher o Verbo Encarnado. O sim de Maria muda toda a história. Agora Deus tem a “possibilidade” de estar conosco. Alguém pode dizer que Deus todo poderoso poderia executar sua obra salvadora sem a colaboração humana, mas a Revelação nos ensina que Ele quis e quer contar com a aceitação livre do ser humano.

            Sendo assim, na Serva do Senhor vemos todas as pessoas de boa vontade que se abrem ao amor salvífico de Deus. Ela por primeiro, e em seguida, todos os que na humildade, na pequenez, e principalmente na fé amorosa dão o seu sim; deixam Deus habitar neles. É uma nova história. A história do Povo de Deus com o Salvador em seu meio, “Ele está no meio de nós”.

Maria na devoção

            Se o sim de Maria foi e é tão decisivo na história da humanidade, nada mais justo do que cultivar a devoção filial a ela. Maria, como mãe solícita, nos ensina sempre de novo a renovar constantemente nosso sim a Deus. Uma vez que o sim dela foi tão importante que mudou toda a história, quer dizer que o nosso sim, apesar de ser fraco, colabora com a história da bondade de Deus. Se a desobediência traz consequências negativas, a obediência (o sim) traz graças para o mundo. Sigamos o exemplo de Maria, e que ela interceda por nós, pobres pecadores.

Pe. Mário F. Glaab.

terça-feira, 3 de março de 2026

Perguntaram a Bento XVI sobre a sua vocação desde a juventude, veja o que ele respondeu:  "A Teologia é bela, mas a simplicidade das palavras e da vida cristã é indispensável. E assim eu me perguntava: Serei capaz de viver tudo isso e de não ser unilateral, apenas um teólogo, etc.?"

Acho isso formidável. Ele conseguiu unir a teologia com a vida. Era um grande teólogo, porém igualmente era um cristão convicto de sua escolha por Cristo, na Igreja, pela Igreja - Povo de Deus.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Todas palavras ditas, tanto com amor quanto com raiva (ódio), têm sua consequências. Produzem frutos bons ou maus.

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Fria in de Kolonie - Hunsrick.

 

Die Gurissode in de Kolonie

Wenn ma schun mo bisje elta iss, was bei uns de Fall iss, dann kommt em so viele Sache vun fria in die Gedanke, hau[m1] psechlich wenn so Feiatoche sin wie Weihnachte un Neijoha.

Oje, wie mea noch Kinna wore in de Kolonie, do wó das alles gans einfach, mea honn gespielt mit alles. Do braucht ma kei grose Sache, kei reiche Spielzeiche, alles hat uns froh gemach. Naja, hi un do hatz als mol Zengerei (Brige) gep, dan wó die Zeche gros. Die Mamma is dann mit em Stecke ode en Ruht kom un hat mo die Kelle all hem gejot. Ich denke imma an so zwei Gurii wo so schnell imma gebrigt hon. Wenn was wó honse gelich gefrot: “wilste brige?” No Zwei Stun wó schunn witta alles gut.

In de Spilerei honse ach vielmos so Spessjafroge gestellt. De ene iss mo komm un hat gefrot: “Hoscht du schun en Pinhe mit en Zwack gesien?” De anre hat dann gleich gesoot: “och do owe iss doch ene, du dumme Esel”. Dann hat de sich folacht un eklert: “du hascht en doch sicha mit de Aue gesiehn awa net mit de Zwack”.

Mea sin so gros gewackz, mea hatte schun vun kleen an schaffe gelent un muste imma, wenma vun Shul hem komm sin noch in die Plantosch gehen. Die klene hatte so’n klen Hackche un die gresre schun en gresa. Wenma mo bische Krank woa hot ma net gleich sich ins Bet gelet, do hat die Mamma em The gekocht, alsmol ganz bitta, un dann iss witta alles gut Gepp. So sin mea gross gewackzt. Das wore gute Zeite. Oje, heitzenstoche sin die Guri jo doch blos an dem Komputador, un jede Krippeche tun’se sich bei de Dockta hohle losse. Die sin jo doch so infintlich dessen alles schote tut. Alsmol menne ich me mist die Gurissode mol raus joche un en Hack ode en spuchsichel gewe un mo schicke: “macht mo was desta mo richtich switze tut”. Das wea gut va die Gesundheit un ach va die Kelle mo bessa zieh. Die Welt iss net so leicht, un ma muss bisje mea Kurasch han. Das kommt blos vun was ma in de Familie fria gelent hot.

Naja, mea sin jo schun alt, un mea verschtehen Nicks vun Komputador, Internet un was’ses alles noch gibt. Awa ich mene doch das unsa Zeit bessa un kreatiwa woa. Was es mit de junge Leit noch gewe wett, das weis ma net. Mea wolle unsa Lewe weita mache sollang wie de Liewe Hergott es will. Awa wolle doch imma noch gute Beispiele gewe va die junge Leit.

Bleibt all gesund, um wolle mea uns freie das ma noch etwas schaffe kinne. Froh mus ma jo imma sen, wen ma groat net Krank iss.

Glaabmário.


 [m1]

sábado, 20 de dezembro de 2025

Weihnachtsgeschichtche in Hunsrick.

 

WEIHNANCHTE IN DE KOLONIE

 

Mia honn jo ganz in de Kolonie gewohnt, un wohre oach so ormche. Mia wohre viel Kinna im Haus, awa es woa doch imma scheen; hauptsechlich wenn so grosse Toche wohre wie Weihnachte odda Oschtre.

Mia kunde net grosse Sache mache, awa, honn uns doch so gefreit wenn ma em kleen Geschenkche griet honn. Vielmols woa es blos bische Schokolode odde em Oschtreei. Das woa schun en Grund fa sich so se freie dass ma gesun hat. Die Mamma un de Pappa hatte net viel fa fein Esse mache, awa manichmol homma doch en Schweinche geschlacht un Woscht gemacht. Das schun poo Toche voahea. Zwei Toche voa de Weihnachte hat die Mamma Toss gepackt; mea muste das Holz bei schaffe un de Packhofe scheen heis mache. Alsmol hat es net richtich gebrennt, dann homm ma mit samme gegrintz un dischkutiat, awa ma honn es doch hin griet. De letschte Toach voam Heiligeohmt dann hat die Mamma noch Kuche gepackt. Barbaridade! Dea hat so gut geschmeckt. Ma must awa watte bissa rischtich kalt woa fa se esse. Die Mamma socht dess heisse Kuche tet Leibweh gewe. Un mea hatte ach vielmos son Panzweh. Das hat alles dezu geheat. Un so voa Ohmt, dann is de Krissboam gemach woa: so en Pinhebemche is uffgeschtellt woa, scheen beschmickt mit Kuchelch, Kette un Ketzja. Dann woa die Freide gross.

Was oach imma dezu geheat hat woa in die Kerich gehen. Die meascht mol sin die Buwe in die Kristmette gang. Die woa in Mittenacht, un die Kerich woa net dicht. Das hat alles Nicks gemach. De Pappa is im Toach in die Kerich gang. Die Mamma kund net imma mit, weil sie musst doch die ganz Arweit mache. Wenn awa Mess in de Kapell woa – dichta bei uns – dann is sie oach gang.

Um die Zeit hat keine Televissão un Radio – naja, mea hatte son Ding wo vielmos blos gerauscht hat – hon mea net so viel geheat. De Pappa un die Mamma honn Geschictcha votzeelt vun fria un wie sie die Weihnachte in ihre Familie gefeiat hette. Alsmol honse Weihnachtslieda gesunn. Das woa so scheen! Heit is das alles vorbei. Die Junge wisse gonet me wie das Lewe fria woa, un wie die Familie in Friede das Kristkind gewat hot. Sicha is das Jesuskind bessa oangenomm gang in de Einfachkeit wie heit in alle Schmuck un reiche Geschenke.

Frohe weihnachte, mit dem Gottessege.

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Necessidade de estudar a fé,

 

ESTUDAR A FÉ E A ESPERANÇA

 

            O que caracteriza o cristão é o que ele crê, o que ele vive e o que ele espera. Isto é, a fé, a caridade e a esperança. As três virtudes que são denominadas teologais. Aprendemos, desde criança, a recitar o Credo, a amar a Deus e ao próximo e a esperar como prêmio, o céu. Contudo, como se faz isso na prática da vida cotidiana?

            Sabemos muito bem que é preciso cultivar uma boa espiritualidade, rezar, ouvir a Palavra de Deus, ir à Igreja, fazer o bem a todos, principalmente a quem é mais necessitado. Porém, na Sagrada Escritura encontramos uma recomendação: “Estai sempre dispostos a justificar vossa esperança perante aqueles que dela vos pedem conta” (1Pd 3, 15). Como iremos justificar? Com o exemplo, sem dúvida; mas também com palavras, argumentos, explicações. E é sobre isto que queremos dizer algo.

            É realidade hoje, como também ontem, que muitas pessoas, inclusive catequistas, MECEs, e líderes de comunidades em geral, têm dificuldade em compreender para si e explicar a fé aos irmãos. Têm dificuldade de entender o que professam. Em consequência, a fé deles e das comunidades, diante de um cenário de pluralismo religioso, entra em crise. Confundem e misturam as verdades da fé, da esperança e da caridade com folclore, doutrinas falsas e costumes não sadios. Não é difícil encontrar gente que diz: “já não sei mais o que é certo e o que é errado”. E, quando alguém chegou a este ponto, é quase certo que escolherá uma saída que não é a que a Igreja ensina. Por isso, quem já tem mais conhecimentos, há de ajudar aos que estão mais carentes, lembrando da louvável intenção do Evangelista Lucas, quando revela no início do seu Evangelho: “decidi (...) pô-lo por escrito par ti, em boa ordem, para que conheças a solidez dos ensinamentos que recebeste” (Lc 1,3-4).

            Em nossas comunidades não é estranho que pedem mais formação para as lideranças e para o povo em geral. Porém, como isto exige esforço, tanto de quem busca quanto de quem deve fornecer a formação, quase sempre se obtém poucos resultados. Esperamos, contudo, que as dificuldades que todos enfrentam, não sejam obstáculos insuperáveis. Em nossas paróquias, comunidades, ou mesmo a nível de diocese, é viável organizar encontros de formação, não somente para este ou aquele grupo, porém para o povo em geral. Basta solicitar ao padre ou a alguém com mais condições, adquirir bons livros e outros meios – que são tantos em nossos dias -, para que se planejem verdadeiros momentos de estudo. Somente ouvir as homilias das missas dominicais é insuficiente.

            Então, vamos aproveitar o nosso tempo, que é tão precioso, para nos formar, estudando, refletindo e trocando experiências. Falar em nossa família e na comunidade não somente sobre assuntos diversos, mas igualmente sobre a nossa vida cristã. Igualmente vamos ajudar nossos irmãos e irmãs a viver de forma mais clara, firme e madura a fé, a esperança e a caridade, e assim poder ser sal da terra e luz do mundo, como nos pede Jesus (cf. Mt 5,13-14). Sabemos, sim, a missão da Igreja recebe sua força do Espírito Santo, porém, por outro lado, requer da nossa parte, nosso testemunho e nosso estudo compartilhado. Todos deverão se esforçar, pois a vida cristã precisa ser alimentada pela oração, pela participação nas celebrações comunitárias, pelos sacramentos, mas também pelo estudo da Bíblia e da teologia. Não basta aquele pouco que aprendemos quando éramos crianças na catequese. Infelizmente constata-se que para muitos ficou-se nisto, e assim, sua fé é raquítica, pálida e sem consistência. Conforme o vento, se inclina para um ou para outro lado.

            Confiemos na força do alto, mas coloquemos as mãos à obra, pois sempre temos muito a fazer para que todos os irmãos e irmãs tenham condições básicas para pôr em prática aquilo que a fé cristã exige, e que possam, confiando na salvação oferecida por Jesus Cristo, esperar com toda a certeza, um dia estar com Ele na Casa do Pai.

Pe. Mário Fernando Glaab.