quinta-feira, 20 de junho de 2013

Pensando Pastoralmente

Palavras do Papa Francisco que dão o que pensar.

“Pensai numa mãe solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero batizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada. Atentemos que esta mãe que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada. Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas! E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos fazendo o bem às pessoas, ao Povo de Deus. Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. (...) Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé!" (Papa Francisco).
Quanto tempo perdido com burocracias em nossas paróquias!
Mário

sábado, 15 de junho de 2013

Para pensar...

CITAÇÕES
"Na Igreja Romano-Católica ocorreu uma inversão hilária: aquilo que na doutrina da Trindade é verdade (ausência de hierarquia...) se torna heresia na Igreja (não há igualdade entre os cristãos, mas uma hierarquia só de homens, pretensamente querida por Deus e uma diferença essencial entre clérigos e leigos)" (L. Boff, Cristianismo: o mínimo do mínimo, p. 175).


"Não há mal que tenha um efeito tão demolidor como o sofrimento que se experimenta como totalmente absurdo e sem sentido" (Queiruga, A. T. Repensar o mal, p. 103).


"A pessoa que se queixa do sofrimento possui uma dignidade que nenhum ateísmo lhe pode tirar" (Queiruga, A. T., citando Moltmann, Repensar o mal, p. 137).

"O anúncio do Evangelho tem que ir pelo cominho da pobreza. Esta pobreza nos salva de nos convertermos em organizadores e empresários. Temos que continuar realizando os trabalhos da Igreja, mas com um coração de pobreza, não com o coração do investimento ou do empresário" (Papa Francisco, homilia da missa na Santa Maria).

segunda-feira, 10 de junho de 2013

HUNSRICKISCHESGESCHITJE - DIALETO

DAT SCHLAUE FRITZCHE
Bei uns in der Kolonie wohre doch die Kinne imme gut gezoh, awe alsemol honse doch mol ebbes dummes gemach. Gans hinne am Taquarewald hot doch de Ledeschlappefriedhold gewoht. De hot son Bub, son kleine Lausat, wo imme fa Alles fettich war. Fritzche horra gehees. Die Gurisode hon enfach dat Schlaue Fritzche fa de Lausbub gesoht.
Emol hot dem Fritzche sei Pabbei mol oanbefehlt: “Heit gehst du bei de Poodda un tust ihm mo poo Pinhon gewe; mea honn doch so viel, die Schwein fresse se jo gonet all. Awe sei oanstennich: wen de Poodda kimt dan must du ihn gleich schen griisse, Gelob sei Iesus Christus saad man iwe son en heiliche Mensch wie de Herrpharr. Hoschte verstan?” Dem kleine Fritz hon ach schon gleich de Aue geblinzelt von Freit: im Ort rum strippe, dat wo doch mit ihm. Hot geantwort: “Jo, siche, ich gehn sofort, un ich werte de Poodda gut respektiere. Ich weis doch heflich sen”. Schun horra die Pinhons in en Kerpche uns fot wohra. Dat Schlaue Fritzche is dorich die Strosse gelaaf un hot mit jede ene gemescht. Die Lei hon de Guri gekent, deswege hot keine was druff gebb. Wie dat Fritze an dat Kerichhaus komm is, do hohra ach gleich an de Tea geglingelt: Blin, blin, blin; nochmal, blin, blin, blin. Komisch: dat Fritze wor schon fertich fa de Pharr mit sei gelobt sei Iesus Christus se griisse, awe wie doch endlich di Tea uff gan is, do is dat Fritzche iberrascht wo: dat wo net de Poodda, doch die Schwesta Elizabetta. De Guri hat sich awe net apuriert, hot bische gestotert, awe doch fix gesaat: “Schwesta Lizabett, gegrist seist du, Maria”. Die Schwesta, wo doch imme grinsich wo im Kolech, wie sie das geheat hot un noch die Pinhons im Kerpche gesihn hot, must lache; hot dem Guri gedankt un noch en stick Schokolode zum lutsche geb. Dat Fritzche is abgehau un hot gejuhkst.
So wor es halt wie di Zeite noch net so uhnrein wore, do hon die Kinne ach ihre Artes gemach, awe das hat keene Schoote getun.
Glaabsmario
www.marioglaab.blogspot.com.br

Vaticano II hoje (4)

PACTO DAS CATACUMBAS (PONTO 3)

            No terceiro item do Pacto das Catacumbas os bispos assim se expressam: “Não possuiremos nem imóveis, nem móveis, nem conta em banco, etc., em nosso nome; e, se for preciso possuir, poremos tudo no nome da diocese, ou das obras sociais ou caritativas. Cf, Mt 6,19-21; Lc 12,33s.”. Os textos citados dizem: “Não ajunteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, ajuntai para vós tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Pois onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração”, e “Vendei vossos bens e dai esmola. Fazei para vós bolsas que não se estraguem, um tesouro no céu que não se acabe; ali o ladrão não chega nem a traça corrói”.
Não possuiremos...
            O firme propósito de não possuir é o mais genuíno desejo de liberdade. Quando Jesus afirma que a verdade liberta (cf. Jo 8,32) está ensinando que o seu discípulo é verdadeiro quando está totalmente livre para segui-lo, isto é, não tem amarras que o prendem, mas deixa tudo para trás, para estar com o Mestre. Para os bispos possuir imóveis, móveis ou conta bancária representava falta de liberdade, cadeias e obstáculos para serem verdadeiros seguidores do Mestre Jesus de Nazaré. Aquele, cujo coração está preso aos imóveis, móveis e contas bancárias, não pode assumir com pureza o Evangelho, menos ainda, anunciá-lo e compartilhá-lo com os irmãos. Estas coisas distanciam o bispo, o padre e, pior ainda, o religioso, da grande maioria do povo, que é pobre. A liberdade que os bispos almejam com o não possuir lhes dá proximidade ao projeto de Jesus de Nazaré, que foi enviado para dar a Boa Notícia aos pobres (cf. Lc 4,18); dá-lhes oportunidade de se compadecer e experimentar, com coração de pobre, a paz que vem da confiança no Deus dos pobres. A proposta deixa bem claro que, ou a Igreja é dos pobres, dos que sofrem, ou deixa de ser a Igreja de Jesus. Se não são eles que preocupam os bispos, com quem ou com que estão preocupados? Para quem sabe ler no mais profundo, talvez consiga ler que os bispos estejam dizendo que o maior pecado consiste precisamente em se fechar aos sofrimentos e aos gritos dos pobres, e pensar apenas em si e no próprio bem, nas posses, nas honras e no poder. O cardeal Martini, falecido há pouco, falando para os nossos dias, dizia que nestes tempos de globalização, o cristianismo deve globalizar a atenção ao sofrimento dos pobres da Terra. Portanto, muito acertada a proposta dos bispos, pois, como pastores na Igreja Cristã, são os primeiros que devem “globalizar” sua atenção aos pobres, sofrendo junto com eles para lhes diminuir os sofrimentos.
Em nosso nome
            Todo ser humano necessita de bens que a bondade divina lhe proporciona. Aliás, a natureza criada por Deus é muito pródiga. Existem bens em abundância e, se forem usados responsavelmente e partilhados com justiça, com certeza ninguém vai perecer por falta deles. Contudo, Deus criou o mundo e o entregou ao ser humano, a cada ser humano. Deus tanto confiou no ser humano que lhe deixou a tarefa de fazer com que a criação produzisse frutos a partir de seu trabalho. A criação, apesar disso, continua a criação de Deus, jamais criação do homem.
            Os bispos entenderam bem, e com bastante lucidez assumiram o compromisso de não possuir os bens em seu nome. Eles, como bispos (também os padres) já estão no nome de Alguém: Jesus Cristo. Como então possuir em seu nome? Jesus não tinha nem onde reclinar a cabeça! A consciência da missão de, em nome de Cristo, dizer a todos que os bens criados por Deus precisam ser compartilhados na justiça e na caridade exige desprendimento total. E, quando essa tarefa o exige, colocar os imóveis, móveis e a contas bancárias no nome da diocese ou de obras sociais é, justamente, testemunhar que tudo está aí para o bem de todos. Se o bispo é o pastor de uma diocese, os bem que administra é para o bem dos diocesanos. Não pode haver outra razão. Assim foi o Mestre; assim será o que faz, como discípulo, às vezes desse Mestre.

Dos dias do pacto até aos dias de hoje
            A história não o nega: o pacto das catacumbas teve grande impacto, especialmente nos países da América Latina, também na África, Ásia e, até mesmo, na Europa e na América do Norte. Houve libertação para muitos pastores das igrejas dos pobres, isto é, muitos pastores (bispos, presbíteros, diáconos, religiosos e leigos engajados) renunciaram a ter em seu nome bens, e com coragem, compartilharam da vida simples e pobre da maioria do povo. Junto ao povo desvalido aprenderam a verdadeira caridade, aquela que somente Jesus, o Pobre de Nazaré, ensina. Na prática perceberam que esta maneira de viver não se aprende nos livros, mas somente junto aos que são felizes porque Deus escondeu essas coisas aos sábios e entendidos. A Igreja conheceu seu Senhor presente nas cruzes de sua gente e, se aproximou dEle como nunca até então. Por essa causa, assumida corajosamente, foi duramente criticada e perseguida, mas sua credibilidade diante do mundo tornou-se testemunho. Até hoje se colhem numerosos frutos do trabalho de muitos bispos, padres e milhares de leigos pobres e livres, que não se envergonharam de Jesus de Nazaré e de seu Evangelho: “Felizes vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus!” (Lc 6,20).
            Nem tudo deu certo. A história mostra que desde o imediato pós-concílio forças contrárias lutaram para que o compromisso dos bispos do pacto ficasse somente no papel. Verdadeiras campanhas contra a Igreja dos Pobres se alastraram. Tentou-se por todos os meios denegrir o nome dos pobres e dos que estavam a seu favor. Manifestações dos pobres eram reprimidas e, com notícias truncadas e tendenciosas, tentaram-se influenciar a opinião pública para tachar todos os que estavam junto às vítimas como maus, violentos, vagabundos, sem ordem, etc. Bispos, padres e leigos comprometidos eram classificados como pertencentes a partidos de esquerda e até mesmo comunistas. Os teólogos da teologia de libertação eram os mais criticados. Alguns foram duramente perseguidos e excluídos.
            O que, no entanto, mais assusta é que hoje, 50 anos após o Concílio Vaticano II, a Igreja e a sociedade estão sendo invadida pela mentalidade do clericalismo possuidor de bens, de honras e de poderes. Cresce o número dos pastores que se fecham em seu gabinete, e de lá, administram as dioceses, as paróquias ou as comunidades. Suas ordens são ordens. Tem atrás de si o respaldo do poder – infelizmente muitas vezes econômico! Sabe-se que certas atitudes não são nada conforme o pacto das catacumbas, e muito menos, conforme Jesus de Nazaré. Cometem-se injustiças entre os irmãos de um mesmo presbitério; dificulta-se a atuação de quem pretende estar do lado do mais necessitado, privilegia-se àquele que “promete mais” (economicamente!). Os cargos mais importantes são todos confiados somente a estes. Talvez esteja mais do que na hora de abrir os olhos, não só do corpo, mas também os do coração, para, neste momento histórico único interpretar os sinais dos tempos – o grande sinal do Papa Francisco -, para reassumir, como fizeram os bispos durante o Concílio, à renúncia aos bens que tanto mal fizeram e fazem à Igreja. Ao se repropor esses compromissos não se quer afirmar que os pobres são melhores do que os demais, somente tomar consciência de que, pelo fato de serem pobres, eles merecem um tratamento especial por parte de Deus e dos discípulos de Jesus Cristo. A única razão do privilégio dos pobres, conforme Jesus ensinou no evangelho de Lucas, consiste em que são pobres e oprimidos; e, Deus não pode “reinar” no mundo senão fazendo-lhes justiça. Essa justiça é atualizada pelos que seguem verdadeiramente o Mestre Jesus. E lembremos ainda: onde Deus “reina” não mais poderão reinar os poderosos sobre os fracos nem os fortes (de dinheiro) sobre os indefesos (os que não têm dinheiro).
Pe. Mário Fernando Glaab
WWW.marioglaab.blogspot.com.br

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Citação interessante

"Em toda Palavra há uma presença do Senhor que santifica. Há graus de força na palavra falada na Igreja, desde a informação catequética até a Palavra que perdoa. Ela adquire sua maior força quando é exibitiva, isto é, realiza o que exprime, como nos sacramentos" (Libânio).

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Vaticano II hoje (3)

PACTO DAS CATACUMBAS (PONTO 2)

            No segundo item do Pacto das Catacumbas os bispos assim se expressam: “Para sempre renunciamos à aparência e à realidade da riqueza, especialmente no traje (fazendas ricas, cores berrantes), nas insígnias de matéria preciosa (devem esses signos ser, com efeito, evangélicos). Cf. Mc 6,9; Mt 10,9s; At 3,6. Nem ouro nem prata”. Os textos citados dizem: “(Mandou) que calçassem sandálias e não usassem duas túnicas”; “Não leveis ouro, nem prata, nem dinheiro à cintura; nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, pois o trabalhador tem direito a sustento”; “Pedro então disse: ‘Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou’”.

Aparência e realidade da riqueza
            É verdadeiramente significativo que Jesus, o Divino Mestre, não apenas teve aparência de pobre, mas o foi de fato. Os bispos que assinaram o Pacto das Catacumbas haviam constatado que na Igreja e nos seus pastores, tanto na aparência quanto na realidade haviam deficiências. Propuseram-se a renunciar a ambas.
            Não há dúvida que a realidade da riqueza trava todo trabalho evangelizador. A riqueza prende as pessoas e não as deixa livres para a novidade do Reino, que é gratuidade, vida e justiça. Pastores e fiéis que possuem riquezas, não podem servir ao Reino, pois não se pode servir a dois senhores (cf. Mt 6,24). A Igreja, quando ao invés de se preocupar em primeiro lugar com a tarefa de evangelizar, vai ao encalço das riquezas, perde a sua identidade própria. A história, como mestra da vida, ensina isso muito bem. A busca ávida de riquezas fez e faz muito mal para a Igreja e para os seus pastores.
            Todavia, os bispos renunciaram também à aparência da riqueza. E o explicam fazendo referência aos trajes e insígnias de matéria preciosa. Esses signos precisam ser evangélicos e os trajes, quando usados nas celebrações, hão de ser estritamente litúrgicos. Tudo o que aparenta pompa, luxo e riqueza não convêm! Destoam do Evangelho e da pessoa de Jesus de Nazaré, de quem a Igreja e os pastores são discípulos.

Nem ouro nem prata
            Esse item do Pacto das Catacumbas e o testemunho de muitos bispos na Igreja Latino-americana deram muitos frutos renovadores. Disso não se pode duvidar. A Igreja em nosso Continente se apresentou com novo rosto: o rosto do povo pobre, injustiçado, mas lutador e confiante. Ele se sentiu Igreja, e quem quisesse ser Igreja haveria de se aproximar do povo. “Também sou teu povo, Senhor...”, soou por todos os cantos e valorizou àqueles que sempre estavam à margem da sociedade civil e religiosa. Esse cântico não pode parar!
            Concomitantemente à renovação da Igreja, que de rica se tornou pobre, resistiram forças contrárias. Nem todos tiveram coragem suficiente e nem vontade para aderir ao novo compromisso evangélico assumido pelos bispos do pacto. Isso criou tensões internas e externas. O ouro e a prata não foram abolidos por completo. Continuaram a brilhar em igrejas ricamente ornadas e nas vestes – litúrgicas ou não – dos bispos, padres, ministros, religiosos e leigos. Mesmo gente simples preferiu o brilho do ouro e da prata ao suor do rosto das pessoas trabalhadoras e sofridas.
            Hoje, o que mais deve preocupar, não é a reação dos grupos conservadores do imediato pós-concílio, mas o retorno à mentalidade da Igreja rica, na aparência e na realidade de muitos cristãos. Não dá para esconder: cada vez mais jovens sacerdotes, seminaristas e líderes das comunidades, principalmente dos movimentos conservadores, buscam riquezas e bem estar. Seus trajes e suas maneiras de se comportar não o negam. Insígnias e trajes, usados nas celebrações litúrgicas, estão muito distantes da maioria do povo que em meio à violência e a ignorância tenta se equilibrar e sobreviver. Não faltam clérigos que, pelas suas vestes, não ficam longe dos senhores deste mundo. Será que Jesus de Nazaré, se estivesse entre nós hoje, se vestiria desse jeito?

Conclusão
            Não é o hábito que faz o monge, mas o monge se apresenta com o seu hábito. Certamente não é a aparência externa que identifica a Igreja e os pastores dela, mas ela se apresenta pela sua aparência. A aparência diz muito sobre a identidade.
            Que tal se, pela passagem do jubileu do Vaticano II e a partir do exemplo do Papa Francisco, cada membro da Igreja, começando pelos leigos mais humildes até aos cardeais mais ilustres, todos se colocassem diante do Divino Mestre e se comprometessem novamente com Ele para levar adiante seu projeto de anunciar Boa-Nova aos pobres (cf. Lc 4,18), renunciando à aparência e à realidade da riqueza? Talvez assim a Igreja como um todo seria mais Igreja de Jesus Cristo e seria mais crível para o homem de hoje; menos aparente e mais verdadeira.
Pe. Mário Fernando Glaab
www.marioglaab.blogspot.com.br

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Para refletir

PENSAMENTO
            Ser perseguido pelos maus é ruim, mas ser perseguido pelos bons é péssimo. A perseguição dos maus, quando bem interpretada, até enaltece a vítima, mesmo que de forma inversa; a perseguição dos bons, ao contrário, acaba com qualquer ponto de apoio: mostra que de fato o perseguido não presta! Quem passa por esta perseguição experimenta o pior: não lhe resta o que esperar. No entanto, é bom lembrar que Jesus de Nazaré nunca perseguiu, nem bons nem maus. Para ele, todos mereciam respeito e confiança.
M. Glaab